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Perguntas frequentes

Nós podemos te ajudar!


Consulte seu médico regularmente.

A incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Pode ocorrer tanto em pessoas a partir dos 50 anos, quanto em mais jovens.

O sistema nervoso autônomo é quem controla a eliminação da urina, mas ela pode ser afetada nas seguintes situações:

- Obesidade;
- Comprometimento da musculatura dos esfincteres ou do assoalho pélvico;
- Tumores malignos e benignos;
- Tosse crônica dos fumantes;
- Quadros pulmonares obstrutivos gerando pressão abdominal;
- Bexigas hiperativas (que contraem independentemente da vontade do portador);
- Doenças que comprimem a bexiga;
- Procedimentos cirúrgicos ou irradiação, que prejudiquem os nervos do esfíncter masculino;
- Gravidez e parto.

As mulheres são mais suscetíveis a apresentar incontinência urinária, pois elas possuem duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal, o que faz com que as estruturas musculares (que dão sustentação aos órgãos pélvicos e produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária e o músculo que forma um pequeno anel em volta da uretra) sejam mais frágeis nas mulheres.

São 3 tipos de incontinência urinária:

1) De urgência: é caracterizada pela vontade súbita de urinar, acontecendo durante as atividades diária, perdendo urina antes de chegar ao banheiro;

2) De esforço: perde-se urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício, movimenta-se;

3) Mista: associa-se os dois tipos de incontinência (urgência e esforço) e não há como controlar a perda de urina.

Para o diagnostico, é importante levar em consideração o histórico da pessoa e a elaboração de um diário miccional, o qual é preciso registrar as características e frequência da perda urinária. O exame urodinâmico, que registra a ocorrência de contrações vesicais e a perda urinaria sob esforço, é importante também.

Tratamento da incontinência urinária por esforço: é cirúrgico, entretanto os exercícios ajudam a reforçar a musculatura do assoalho pélvico. A cirurgia de Sling (o qual um suporte é colocado para retornar e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço) é a técnica mais utilizada e a que possui melhores resultados.

Tratamento da incontinência urinária de urgência: é farmacológico e fisioterápico. Ou seja, recomenda-se o uso ininterrupto de vários remédios que contêm substâncias anticolinérgicas para evitar a contração vesical. Alguns efeitos colaterais desses remédios são: obstipação, boca seca, e rubor facial.

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A incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Pode ocorrer tanto em pessoas a partir dos 50 anos, quanto em mais jovens.

O sistema nervoso autônomo é quem controla a eliminação da urina, mas ela pode ser afetada nas seguintes situações:

- Obesidade;
- Comprometimento da musculatura dos esfincteres ou do assoalho pélvico;
- Tumores malignos e benignos;
- Tosse crônica dos fumantes;
- Quadros pulmonares obstrutivos gerando pressão abdominal;
- Bexigas hiperativas (que contraem independentemente da vontade do portador);
- Doenças que comprimem a bexiga;
- Procedimentos cirúrgicos ou irradiação, que prejudiquem os nervos do esfíncter masculino;
- Gravidez e parto.

As mulheres são mais suscetíveis a apresentar incontinência urinária, pois elas possuem duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal, o que faz com que as estruturas musculares (que dão sustentação aos órgãos pélvicos e produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária e o músculo que forma um pequeno anel em volta da uretra) sejam mais frágeis nas mulheres.

São 3 tipos de incontinência urinária:

1) De urgência: é caracterizada pela vontade súbita de urinar, acontecendo durante as atividades diária, perdendo urina antes de chegar ao banheiro;

2) De esforço: perde-se urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício, movimenta-se;

3) Mista: associa-se os dois tipos de incontinência (urgência e esforço) e não há como controlar a perda de urina.

Para o diagnostico, é importante levar em consideração o histórico da pessoa e a elaboração de um diário miccional, o qual é preciso registrar as características e frequência da perda urinária. O exame urodinâmico, que registra a ocorrência de contrações vesicais e a perda urinaria sob esforço, é importante também.

Tratamento da incontinência urinária por esforço: é cirúrgico, entretanto os exercícios ajudam a reforçar a musculatura do assoalho pélvico. A cirurgia de Sling (o qual um suporte é colocado para retornar e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço) é a técnica mais utilizada e a que possui melhores resultados.

Tratamento da incontinência urinária de urgência: é farmacológico e fisioterápico. Ou seja, recomenda-se o uso ininterrupto de vários remédios que contêm substâncias anticolinérgicas para evitar a contração vesical. Alguns efeitos colaterais desses remédios são: obstipação, boca seca, e rubor facial.

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